sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL


Antes tarde do que nunca, os votos de quem ficou ilhado (sentido metafórico da palavra, a Luiza entende) desejo a todos um feliz natal.
Estive na pele do bom velhinho na tal noite natalina e garanto a vocês: Não é tão divertido quanto parece, não mesmo!
Depois conto com riqueza de detalhes a experiência, pois dirigir 400KM em péssimas condições é dureza, estou mortalmente cansado.
Mais uma vez um feliz natal porque um ano novo vem por ai!!!!!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

open ana xmas edition 2.0


Open Ana Xmas Edition II
Local: Casa da Ana

- Johnny Walker Black Label

- Jose Cuervo

- Cerveja da boa

DJ Brinde (eu)

(Restos das ceias também serão aceitos)
Quem se empenhar em vir pra Criciúma não paga!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Eu voltei agora é pra ficar, porque aqui, aqui é meu lugar.

Em clima de fim de ano coloco um vídeo emocionante:



Ah, só para avisar, vou postar algo mais decente (ou não), está a caminho.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Uma delícia!

"Vai pamonha?
Vai curau?
Vai pamonha?
Vai cural?

Vamos chegando
Ex-pe-ri-men-tan-do
Pamonhas fresquinhas
Dojeitinhodoseupaladar!
Uma delícia!"

Trabalhar em loja, no Natal, deixa a gente com a cuca fervendo e rola um resgate de tudo que é trash dessa vida. Adoro!

http://www.youtube.com/watch?v=6Fwi7nfOLB0&feature=related

(e alguém tenha a decência de me ensinar a postar vídeos direito faz favor?!)

domingo, 21 de dezembro de 2008

sábado, 20 de dezembro de 2008






Passados os 538 dias do convite para ingressar aqui no puteiro resolvi postar qualquer coisa digna de inauguração e não vou nem pensar em colocar vírgulas pois estamos de férias. E my ass para as técnicas de redação (“prometo não gongar o corpo docente de novo, prometo não gongar o corpo docente de novo”).

Afinal, é Natal é Natal! Uma loucura! Um bafo! Ontem teve uma festa chamada Chá de Cogumelo na Bauhaus (éééé), uma baladinha aqui de Pato Branco. Para meu profundo desapontamento, não houveram amostras grátis do que leva o nome da festa. O que resultou em amostras de bebidas amigas, em eventuais tropeços nas garrafas vazias espalhadas e um ALÔ CRISTINA proferido alto, etílico e vergonhoso ao DJ da casa, que insistia em executar o eletro-tédio mais temido do sul do mundo.
Ui.

Depois de quatro horas bem dormidas, estou aqui na loja num momento para se pensar, ressuscitando com o novo single do Metronomy, que caiu ni mim agorinha agorinha.





(em tempo: ha ha, voltei da festa com a representante da turma, beijos)


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Higiênico


Mais um dia. Acordo tarde, sei que é tarde. Não olho no relógio, mas sinto. A luz que entra por entre as frestas da cortina, não me permite que eu abra os olhos, me cega.
Ataques compulsivos de espirros me acometem, sempre. Cada novo dia conto dez, quinze, vinte espirros. Dia após dia, é sempre uma bagunça, mas desde que parei de usar camisetas velhas para conter os projéteis lançados a bagunça diminuiu. Uso papel agora, mas eles aumentam a quantidade de espirros apesar de ser mais higiênico.
Papel higiênico, esse é o nome. São de boa qualidade, o melhor do mercado. Comprei vários rolos um dia desses. Promoção. Acabou se tornando um ato caro, sempre o despertar. Seja manhã, tarde ou noite, o espirro. Os espirros me anunciam o momento de levantar.
Certa vez me perguntaram por que isso acontecia, não soube responder. Acredito que seja um processo natural, como lacrimejar ao cortar cebolas ou ficar sonolento ao ler um livro enfadonho. A pessoa me indagou novamente: Talvez seja alergia, talvez você devesse limpar melhor o teu quarto?
Pensei comigo: É talvez. Mas me lembrei que o quarto havia sido limpo no mesmo dia, e não é por causa do local, outros lugares talvez mais higiênicos já adormeci e não solucionou o problema.
Higiênico, papel higiênico. Volto a pegar mais um pedaço e assuar o nariz, esperançoso para que cesse. Engano, não cessou.
Volto a refletir: Talvez eu tenha mesmo alergia. Alergia a acordar talvez. Eu sou único. A única pessoa no mundo a ter alergia a acordar. Alergia estranha de se ter, mas quem não é? Estranho, digo. Alérgicos têm aos montes também, mas não focarei neles.
Começo a pensar, e se eu não dormisse? Como seria? Nunca gostei muito de dormir, me esforço para fazê-lo o mínimo possível. Esforço em vão. Adormeço.
Mais uma vez acordo com um espirro. Higiênico, papel higiênico.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Nosso novo herói




Qual não foi minha surpresa ao entrar na internet hoje e me deparar com essa foto. Esse cara é o meu novo herói, e tudo o que se sabe é que ele é um jornalista iraquiano. Seu feito? Nada menos que tentar dar uma sapatada no Senhor George W. Bush.
Isso mesmo. Durante a visita surpresa de Bush a Bagdá, o presidente americano apertava as mãos do primeiro ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, quando o fato se consumou. Nosso jornalista simplesmente jogou seu sapato para acertar Bush, e gritou "É o beijo de despedida, seu cão".
No Iraque, jogar o sapato em alguém é uma infração gravíssima. Um gesto de antipatia extrema! Nosso jornalista foi retirado rapidamente do local, mas com certeza entrou na nossa memória como o cara que fez o que mais da metade do mundo queria ter feito há tempos.




E pra tudo ter valido a pena, ver o Bush com essa carinha assim tem lá seus prazeres, né?






As fotos foram retiradas do site da UOL.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

BILLY NAME




Chamou-se Uptight with Andy Warhol, e não era só um festival de filmes de Warhol, era uma espécie de happening com os filmes de Andy – os filmes eram projetados em cima das pessoas que apareciam enquanto elas mesmas dançavam em cima do palco. Na verdade a gente fez um filme do Velvet Underground e Nico para poder projetar neles enquanto tocavam na Cinemathèque.
A coisa toda de início foi chamada de Uptight porque quando Andy fazia alguma coisa todo mundo ficava tenso. Andy era uma espécie de antítese do que os artistas de vanguarda eram naquele tempo.
Cineastas como Stan Brakhage e Stan Vanderbeek ainda eram artistas boêmios heróicos de vanguarda, ao passo que Andy não era sequer um anti-herói, era um zero. E isso fez com que eles rangessem os dentes por Warhol se tornar reconhecido como o centro daquela coisa que eles tinham criado. Então todo mundo sempre ficava ligado quando ele aparecia.
Todos os outros cineastas undergrounds se arrepiavam como se alguém estivesse riscando uma lousa com giz – “Oh não, Andy Warhol de novo, não!”

domingo, 7 de dezembro de 2008

TERRA CELTA



Não, eles não são irlandeses. Mas cumprem sua proposta a bel prazer: fazer com que as pessoas se sintam na Irlanda. Durante algumas horas, vi pessoas dançando, bebendo Heineken a dar com pau, brincando, rindo e se divertindo. A única coisa diferente, e que o vocalista fez questão de avisar, é que "irlandês não perde tempo de festa falando no celular".
A banda Terra Celta também não é famosa, mas faz uma música diferente. E gostosa. Os caras são gente finíssimas, e só exigem uma coisa da galera: que elas fiquem, conforme o andamento do show, cada vez mais bêbadas. Acho que ninguém teve a pretensão de reclamar dessa exigência, uma vez que ela não requer esforços demais.
Diretamente de Londrina, eu vi a bagunça deles na sexta-feira, num pub novo que abriu em Cianorte (sim, Cianorte! e ninguém tirando sarro). A noite tinha tudo pra ser boa, mas tenho certeza que foi melhor por culpa deles.

Assistam:



Pra quem gostou e quer mais, aqui tem:
http://www.myspace.com/terracelta
www.tramavirtual.com/terra_celta


sábado, 6 de dezembro de 2008


Bem pessoal, nossa amiga Hamtaro (Luiza), é mesmo um bagre ensaboado. Ela postou e espirrou fora sem pensar nas responsabilidades cabarenisticas. Comemorou o post número 70, mas se esqueceu do mais importante e o que é pior usando o espaço dele o nosso tão idolatrado e querido número, indispensável em qualquer cabaret que se preze, o 69.
O que seria das relações se não fosse o bom e velho 69? Um número que se completa, se encaixa, é belo e se mostra uma representação do yng-yang (se num sabe o que é joga no google, que eu num sou dicionário de burro).
Não preciso ficar me enrolando mais, já ficou mais do que claro o porque o 69 deve ser celebrado. Porque ele é um número natural precedido pelo 68 e sucedido pelo 70 e como se já não bastasse é o sexto número interprimo, interessante não?

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

SCHIZOPHRENIA

I went away to see an old friend of mine
His sister came over she was out of her mind
She said Jesus had a twin who knew nothing about sin
She was laughing like crazy at the trouble
I'm in
Her light eyes were dancing she is insane
Her brother says she's just a bitch with a golden chain
She keeps coming closer saying
"I can feel it in my bones
Schizophrenia is taking me home"
My Future is static
It's already had itI could tuck you in
And we can talk about itI had a dream
And it split the scene
But I got a hunch
It's coming back to me

Sonic Youth em homenagem ao post número 70!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

PAUL MORRISSEY E LOU REED


A semana na Cinemathèque era para ser uma retrospectiva de filmes de Edie Sedgwick? Bobagem. Isso é absurdo. A gente provavelmente ainda estava tentando ajudar Edie, provavelmente teve algumas cenas delas caminhando por aí sem fazer nada.
Jonas Mekas não ofereceu a Cinemathèque para Andy. Ofereceu para mim. Ele perguntou: “Você tem alguma coisa para pôr nesse teatro de aluguel?” E eu disse: “Por que você não exibe uns filmes, e a gente lança o nosso grupo?”
Exibimos filmes em double-screen durante uma hora, e em seguida o Velvet Underground tocou na frente de uns outros filmes por uma hora. Foi isso aí. Foi legal. Só um trabalho.
Andy projetava seus filmes em cima da gente. Nos vestíamos de preto para que desse para ver o filme. De qualquer modo, a gente sempre tava de preto.