domingo, 11 de janeiro de 2009

EXPLICAÇÕES

Agora conseguindo um breve momento de tranquilidade\sobriedade nessas loucas e conturbadas semanas, posto também aqui mais histórias sobre a vida bucólica de uma cidade onde nada acontece, pelo menos na minha.
Depois de enterra o chifre na cachaça, levantar e descobrir que aquilo que você pensou chegar até o pescoço, não passava da ponta do chifre. Decidi beber mais um pouco, assim consegui chegar no estado máximo do ápice alcóolico.
Fato confirmado após 3 vezes consecutivas não descobrir o motivo pelo qual estava deitado na sua cama e como tinha vindo parar ali. Abdução, talvez. Mas dizem que amnésia alcóolica é a doença que assola essa tal minha geração, regada a cerveja barata e certanejo da melhor qualidade.
Digam que eu mudei, mas são os ares, tais como um calor insuportável de 40° bem recorrente nesse lugar esquecido por Deus, boatos cogitam a hipótese de colocar junto a placa "Sejam Bem-vindos" a seguinte mensagem "Assam-se Pessoas. VIVAS", para assim condizer com os hábitos do local, que se resumem em banhos mornos "frio não existe nem na geladeira" e a tão boa e velha embriagez juvenil.
Digam o que quiserem, talvez eu mudei, mas o meu copo jamais cairá, seja ele no chão ou teclado (sua homenagem, Luiza).

Um comentário:

Amanda disse...

Desse jeito, o ego da Luiza não caberá no cabaret!