
Bom, nesse momento, adentrando em mais uma madrugada, não fria, apenas fresca. Agradável a caminhadas apesar do horário inoportuno. É difícil algum tipo de expressão quando se quer falar, mas teme-se pelo entendimento dos leitores ou por algo mais próximo que seja capaz de levar alguém ao estado de transe. Estou escrevendo, num espaço que não é só meu, mas, de qualquer forma me pertence e tenho a liberdade de falar o que quer que seja.
Todos os dias são meio doentes, quando a psicose está em alta e o cérebro não consegue mais nos dar sentido. O jogo vai começar e eu não estou posicionada para sangrar e tentar me defender, então, só me resta deturpar as vidas existentes em cada espaço físico e um relapso vento cortaria todos os gritos de horror. Admito a minha covardia, mas a dor que não é física carece de um tempo para esquecer as ladeiras do inferno.
3 comentários:
Confesso que quando li o título lembrei daquela música incrível:
"Nessa bomba eu não ando mais, acharam um bagulho no banco de trás"
Ok, calar-me-ei.
hahahahahhahahaahahahahahahahh
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