terça-feira, 30 de setembro de 2008

NOVA LINHA EDITORIAL DO CABARET



Finalmente depois te tanto esperar vem ai as explicações frente a nova linha editorial desse lugar.
Tentarei mater uma regularidade maior de posts aqui no cabaret, mas isso não vem muito ao caso agora.
A nova linha editorial se dá da seguinte maneira, tentaremos cada um de nós quatro, mantermos uma linha, uma regularidade a ser seguida, como por exemplo a Luiza com o seu "Cultura Pop" no qual entra tudo mas ao mesmo tempo não entra nada. Conseguiram entender? É dificil eu sei. Ou como o Ricardo que virá com algumas surpresas por ai algo a ver com futebol, mas deixarei vocês descobrirem. Tudo envolto nas brumas misteriosas, soa até meio profético isso.
Já a minha pessoa, além de esclarecedor e reflexionista do bando, não sei também qual linha seguirei mas será como sempre pensando em vocês, na tentativa de não se tornar algo massante e predatório dos vossos preciosos tempos, soou meio estranho essa concordância, mas deixando o português de lado, volto a linha onde estava que na verdade já perdi. Conseguem visualizar o porque é difícil seguir uma linha.
Tentaremos fazer dessa casa um local mais hospitaleiro para todos vocês, algo inovador atraente e revolucionário, soou meio comunista esse revolucionario. Deixando as ideologias de lado, trago hoje para iniciar essa nova fase do cabaret um texto de cunho socio-jornalistico para vocês, nem sempre virá coisas assim pretendo seguir um outro rumo, como cada um dos outros moldadores daqui, pois deixarei que cada qual se apresente da melhor maneira que lhes convir, então sem mais delongas e por falta de uma mente mais fertil e pesquisas arduas, deixarei agora com vocês: (Musica de suspense)

Anão é acusado de estupro em pé

Tratava-se de um caso de estupro que envolvia como acusado um anão e a vítima, uma moça de 1,80m de altura.

O advogado do anão pedia a absolvição, afirmando que não haveria a possibilidade do anão ter cometido o crime, uma vez que constava no depoimento da própria vítima que o ato sexual teria acontecido em pé.

Como explicar que um anão de 1,30m teria conseguido fornicar em pé com uma moça de 1,80m ?

O Promotor de Justiça reitera o pedido de condenação, dizendo que pelo depoimento da vítima, que afirmou “o anão tinha utilizado um balde”. Assim, o anão teria subido no balde para ficar na altura necessária.

O juiz decidiu: “Absolvo o acusado. Não houve estupro, pois o ato teve o consentimento tácito da vítima. Apesar estar de mãos amarradas, nada impedia a vítima de chutar o balde e derrubar o anão, se assim quisesse”.

Muito tempo depois, quando o crime já estava prescrito, o anão explicou:

”Eu cometi o estupro usando um balde, mas não subi nele. Eu coloquei o balde na cabeça da moça e me dependurei na alça…”



Agora depois de finalizado o jornalismo, um pouco de diversão a vocês.

http://br.youtube.com/watch?v=yVPGln3__-I

2 comentários:

Luiza disse...

essas fotos tão péssimas. e esse negócio de estupro idem.

Vinicius disse...

Precisava de ilustrações, tanto o video qnto o texto e as fotos foi o que apareceu primeiro, e vieram a organizar uma boa complementação com o todo.